segunda-feira, 7 de março de 2011

Porque nos confessamos aos sacerdotes?

Muitas comunidades eclesiais oriundas da Reforma Protestante, dizem que esta prática não tem origem bíblica e que se trata de uma invenção da Igreja Católica Apostólica Romana.

Escrevo este texto,com créditos também a Martin Zavala, apenas para mostrar o erro bíblico e histórico dos filhos de Lutero:

A origem do sacramento da confissão encontra-se claramente em João 20,22s , livro bíblico contido inclusive nas Bíblias “mancas” do protestantismo (as Bíblias com sete livros retirados por Martinho Lutero).

Depois, continuando a ler nossa Bíblia, encontramos outra passagem (que por coincidência Lutero também não retirou na “Reforma”): “Muitos dos que haviam acreditado vinham confessar e declarar as suas obras. (Atos 19,18)”.

Parece meio óbvio, e até uma criança entende que se “eles vinham confessar” é porque eles saiam do lugar onde estavam e iam para outro lugar se confessar, mas aonde será que eles iam?Quem recebeu o Espírito Santo para perdoar os pecados em João 20,22s?

Não existe coerência para quem diz acreditar somente na Bíblia, em pular partes dela, e ignorar essas passagens dizendo que basta se confessar diretamente com Deus.

Qual será o fundamento dessas falsas acusações diante dessas passagens bíblicas contidas em qualquer Bíblia (Católica, Ortodoxa ou Protestante): Jesus teria dito palavras ao vento, seu sopro teria errado os apóstolos, ou será que o Espírito Santo teria cessado seu prazo de validade e atualmente não precisamos mais nos confessar, basta irmos numa igreja qualquer (independente do nome bizarro que ela possua) e confessar nossos pecados diretamente a Deus?

Independente do qual seja o “fundamento” (se é que existe), eu prefiro deixar de lado a livre interpretação da Bíblia pregada por Lutero e seus seguidores (2Pd 1,20) e acreditar nas palavras da Santa Igreja; e sempre que possível buscar o sacramento da Confissão, ainda mais nesse período que antecede a maior festa do cristianismo (A Páscoa) onde somos convidados a ressuscitar para uma vida nova em busca da santidade.

Autor: Everton do N. Siqueira
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